PARANAPANEMA: Histórias de Arruaça

Entre tardes rubras e noites frias, corpos amplos passeiam sobre teatros em ruas roxas de terra. Eiá meu boizinho de arte. Eiá meu brincante do Panema. Num palco estreito e longo como a vida, desfilam espetáculos por caminhos arenosos, por faixas terrosas. Em dez anos de arte, grandes títeres dançaram e cozeram, por essas praças, Feijoada com aromas oníricos, Teatro ensopado na Fonte, apimentado por Piratas usurpadores de Histórias. Teatro de Fabrincantes com as mãos no Matulão, distribuindo risos (...)

por WENDER URIAS DA CRUZ

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